Entrevista de Becca ao Inquirer

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Uma nova entrevista de Becca está disponível, feita durante sua turnê pelas Filipinas. Dessa vez, a autora foi entrevistada pelo site Inquirer, leia:

É a primeira vez da autora Becca Fitzpatrick nas Filipinas e na Ásia. Becca é a criadora da série Sussurro, que inclui quatro livros que detalham o romance proibido de Patch e Nora.

A série tem elementos paranormais, uma batalha entre o bem e o mal, romance e morte. A série tem tantos seguidores que a National Book Store (NBS) convidou Becca para encontrar e conhecer seus fãs. Ela esteve na NBS de Glorietta e Cebu recentemente para autografar os livros de seus fiéis leitores.

Becca está muito animada por estar aqui, não só porque ela queria conhecer seus fãs, mas também devido ao seu amor por mangas. “Mangas, na verdade, são o  meu lanche favorito, e eu queria ter algumas frescas, e já tenho. Eu costumo comprá-las secas. Você pode ter mangas frescas, mas eu acho que elas vêm do México ou você pode ter mangas secas das Filipinas. Sim,  elas vão para lá (para o Colorado, onde Becca vive).”

Conversei com ela sobre seus fãs no Twitter, ficar com o cara bonzinho, escrever sobre anjos e o que ela trabalhará depois.

O que te fez vir aqui?

A National Book Store me convidou em fevereiro, e fiquei muito animada por que meus fãs filipinos me pedem para vir há anos. Pulei na oportunidade.

Tweetar é uma tarefa para você?

Eu gosto porque a maioria dos meus dias eu escrevo sozinha em meu escritório, e isso me dá a chance de sair e falar com outras pessoas, descobrir o que está acontecendo, construir relacionamentos. Eu tento falar com todos; obviamente, eu não posso responder a todos, o que seria impossível.

Como é o seu dia?

Eu tenho dois garotos pequenos; Tento deixar eles na escola e costumo ir para o meu escritório e tento escrever por entre cinco ou seis horas. Quando os meninos chegam, meu dia acabou. Passo o dia com eles.

Você sempre quis ser escritora?

Queria, quando era uma garotinha. Eu me lembro de assistir o filme “Romancing The Stone”, que era sobre uma romancista que caça tesouros e se apaixona por um cara que é alto, moreno e bonito. Eu me lembro de assistir esse filme e pensar: “Oh, eu quero essaa vida”, porque isso é o que eu pensava que escritores de romance faziam. Mas foi só no meu 24º aniversário, que eu levei escrever a sério e isso foi quando o meu marido me inscreveu em uma aula de redação, e eu comecei a escrever “Sussurro”, nessa aula.

De onde veio a ideia de Patch e Nora?

A primeira cena que eu escrevi “Sussurro” era uma cena em que Nora, a personagem principal, é convidada por seu professor de biologia para citar as características que ela quer em um parceiro, e Patch é seu parceiro de biologia. Eu escrevi a cena em primeiro lugar porque eu a baseei em algo que tinha acontecido comigo na escola: meu professor me pediu para citar características que eu quero em um companheiro, e eu me sentei ao lado de um menino bonito. Estava meio que explorando cenas de meu próprio passado, e foi daí que Patch e Nora vieram.

A série completa de “Sussurro” foi comprada por uma empresa de filmes. Você estará envolvida na produção do filme?

Não, não acho que estarei envolvida. Espero poder fazer uma visita ao set por que seria muito divertido ver por trás das câmeras, ver alguma prévia. Mas não, eu escrevi os livros e acho que a produção terá sua própria visão dos filmes.

Como foi escrever a última página de “Finale”?

Foi muito emocional. Eu não costumo chorar enquanto estou escrevendo, mas, quando um personagem morreu, eu chorei naquele momento, o que me surpreendeu, porque eu gosto dele como um personagem. Mas eu não acho que percebi o quanto eu gostava dele, até que ele se foi. E quando eu terminei os livros, me toquei que este era o fim e que é difícil. É difícil dizer adeus.

Você tem dois livros por vir. Do que eles se tratam?

Para “Black Ice”, a inspiração foi o meu último ano no colégio. Minha família se mudou para um estado diferente, e nos mudamos para Idaho, e as montanhas Teton eram apenas há de horas de viagem de carro . Para as férias de primavera minha família decidiu que queriam ir acampar nas montanhas Teton . Eu fiquei doente no último minuto e acabei de ficando em casa ; em uma das noites eu assisti a um filme de terror que era sobre um homem que rapta uma mulher. Ele a sequestra e a leva até sua cabana na floresta . Ele a mantém lá até que ela se apaixone por ele, e ela tenta várias vezes escapar e não consegue, e então ela percebe que a única maneira com que ela vai  conseguir escapar é se ela fingir que está apaixona por ele.
Essas foram as sementes iniciais que foram plantadas – essas idéias de síndrome de Estocolmo e estar nas montanhas Teton, estar presa em uma cabana. Isso é muito normal para mim nessa hora da minha narrativa. Gosto de trazer meu passado para os meus livros.

Houve alguma experiência com o seu marido que ele pode perceber quando estava lendo os livros?

Ele sempre brinca que é a inspiração para o Patch.

Ele é?

Bem, ele é um cara maravilhoso, mas ele não é a inspiração para Patch. Eu acho que é divertido que nós sempre brincamos, e meu marido diz: “Bem, se você precisar de alguma matéria-prima para suas cenas de romance, fico feliz em me oferecer.”

Qual é a melhor parte de ser escritora?

Eu gosto de conhecer os fãs, gosto de tirar fotos com eles, gosto de ouvir suas histórias e qual é a cena favorita deles, qual é o personagem favorito – isso é muito gratificante de ouvir de seus leitores.

Até com reações violentas?

Quando as pessoas me encontram eles são muito equilibrados, se estão tristes ou tiveram problemas com o livro. Eles são pensativos sobre o assunto.

Anjo ou Nefilim? 

Anjo caído!

Você tem algum “prazer culposo”?

Gosto de dançar, cantar no chuveiro, comer muito chocolate e ficar muito tempo só com meu marido.

Se você pudesse ter algum super poder, o que seria?

Viajaria no tempo. Seria muito legal.

Para onde você iria primeiro?

Acho que iria para o passado e depois para o futuro, talvez lá para 1920. Acho que seria fascinante ver como era.

Que tipo de leitora você é?

Eu geralmente leio cinco ou seis livros ao mesmo tempo. Costumo ter um livro no meu quarto, no carro, no escritório, e eu não tenho nenhum problema em manter o controle de todas as histórias diferentes. Me considero uma leitora muito voraz.

O que você está lendo agora?

Estou lendo um livro de não-ficção chamado “Quiet”, sobre introvertidos. Sendo introvertida, acho fascinante de ler. Eu também estou lendo “Earthbound”, de Aprilynne Pike, que é um romance jovem-adulto de fantasia.

Uma coisa sobre você que surpreenderia os leitores?

Na vida real eu não me sinto atraída por bad boys. Gosto de doces e homens de bom coração. É só na ficção que eu sou atraída por meninos obscuros e misteriosos.

Por que os garotos doces e legais nunca ficam com a garota?

Bem, meu marido é um rapaz legal e doce e ele ficou com a garota. Eu acho que na vida real os bons ganham na grande parte do tempo, simplesmente nós não ouvimos muito sobre isso. Mas eu acho que isso acontece com mais freqüência do que não acontece.

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Tradução por: Hush Hushers – Não reproduza sem os créditos!


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