Becca responde perguntas sobre Black Ice

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O que te inspirou a escrever seu último romance, Black Ice?

Quando comecei a escrever Black Ice, achei que seria muito parecido com Hush, Hush. O primeiro rascunho incluía elementos paranormais. Haviam fantasmas! Nos rascunhos seguintes, os fantasmas foram cortados e o aspectos criminais e psicológico tomaram lugar central. Em uma forma Black Ice é muito parecido com Hush, Hush: Ambos são romances. Amo colocar duas pessoas com uma boa química na página. Dá certo para cenas mais sexy, que sempre espero que levem a outra coisa, ha! Mesmo assim, pode ser difícil ter dois personagens que estão constantemente correndo da morte terem tempo suficiente para explorarem seus sentimentos um pelo outro. Como escritora e ser humano, eu gosto de ver as dicas de esperança em meio a medo e desespero. Não há um local muito cínico para o amor. Tento equilibrar o momento de tirar o fôlego realmente tenso de perigo com duas pessoas forjando uma conexão que é mais profunda do que precisam para sobreviver.

Como a escrita se compara a de Hush, Hush?

As pesquisaram foram muito diferentes. Ao invés de focar em mitologia, passei bem tempo lendo sobre crimes de verdade, serial killers e que motiva alguém a matar, uma e outra vez, sem remorso ou arrependimento. Black Ice é um livro mais sombrio. Acho que fui atraída à escrever uma história assustadora como uma forma segura para explorar o meu medo de rapto, cativeiro e assassinato.

Você inventa seus personagens? Alguns deles é baseado em alguém?

Alguns personagens surgiram em minha cabeça; outros são baseados em pessoa que conheço. A invenção de um personagem é um processo complicado de descrever, pois cada personagem leva seu primeiro sopro de vida à sua maneira. Posso dizer que o personagem Mason foi baseado em um cara que eu conhecia…

Quem você escolheria para interpretar Britt, Calvin e Mason se Black Ice fosse virar filme?

Que pergunta difícil! Talvez Britt Robertson (e não é por causa do nome!) como Britt, Thomas Dekker como Calvin, e Xavier Samuel como Mason.

Você teve que pesquisar muito para Black Ice?

Eu pesquisei tudo desde sobrevivência na selva à serial killers e até a colheira de ostras na costa da Califórnia. Uma das vantagens de ser escritora é que estou sempre aprendendo algo novo. Por exemplo, você sabia que a maioria dos serial killers cometem seu assassinato na adolescência?

Você pode nos contar sobre seu novo romance?

Sapphire Skies é sobre uma menina, Stella, que entra no programa federal de proteção à testemunha, depois de testemunhar um assassinato horrível nas mãos de uma organização criminosa. Mandada para começar uma nova vida em Nebraska, Stella acaba se apaixonando por um cowboy bonito e charmoso chamado Chet. Sapphire Skies tem o mesmo suspense e leitores de romance escaldante têm esperado esse livro.

Como são os dias que você escreve?

Sou uma mãe que gosta de ficar em casa e meus filhos são prioridade. Ao longo dos anos eu aprendi coordenar ajudar nos deveres de casa, fazer a merenda, buscar sapatos perdidos e ir em passeios de bicicleta, com a escrita. Espero que isso ajude a explicar por que demoro uma eternidade para escrever e publicar um romance…

Quem é a primeira pessoa que você deixa ler seus romances?

Minha assistente, Jenn. Ela é uma das poucas pessoas que consegue testemunhar a grande transformação que meus livros sofrem do começo ao fim. Eu também compartilho os primeiros rascunhos com as minhas irmãs, Heather e Christian. Assim que eu consigo superar o medo de partilhar um livro com os entes queridos, cujas opiniões são especialmente importantes para mim, mandá-lo para o mundo fica muito mais fácil.

Você tem algum concelho para aspirantes a escritores?

Leia. Leia todos os gêneros. Cada história pode ensinar um escritor algo sobre a trama, o desenvolvimento do personagem, dicção, diálogo, humor, configuração e ironia. Mantenha um diário – é uma boa prática de escrita e você nunca sabe quando momentos da vida real vão inspirar uma história. Escute para aprimorar suas habilidades em escrever diálogos. Finalmente, entre em um grupo de escrita. Eu aprendo mais criticando histórias dos outros do que recebendo críticas das minhas histórias.

Top cinco livros para levar para uma ilha deserta?

Todos os romances de Jane Austen (o que, tecnicamente, é um livro só), Outlander de Diana Gabaldon (sinto a necessidade de dizer que já era fã da série bem antes de ser adaptada para TV – guerreiros escoceses, yay!), Lonesome Dove de Larry McMurtry, Matilda de Roald Dahl (para me lembrar, na ilha, que imaginação é um recurso poderoso), e Anne of Green Gables de L.M. Montgomery.

Tradução e adaptação por: Hush Hushers – Não reproduza sem os créditos!


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